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Escala de Borg

Como medir a intensidade do treino: relação entre Frequência Cardíaca e Treino

Desempenho desportivo, melhorar a condição física geral, controlar o peso, ou desenvolver a condição física específica para o surf. Se tens um destes objetivos, é importante monitorizar a Frequência Cardíaca durante o treino. 😉

🔹 O controlo e monitorização da Frequência Cardíaca (FC) é uma excelente ferramenta, para gerir de forma mais precisa os intervalos de intensidade de treino.

🔹 Mesmo sem um cardiofrequencímetro, é relativamente fácil fazer esta mesma monitorização, ainda que de forma menos precisa. Para fazer esta monitorização podes usar a Escala de Borg.

O que é Escala de Borg?

A Escala de Borg, ou Tabela de Borg, do fisiologista sueco Gunnar Borg, é lista de sensações, que permitem classificar de forma subjetiva o esforço de um indivíduo.

🔹 A Percepção Subjectiva do Esforço (PSE) é um método válido na monitorização da intensidade no treino cardiovascular.

🔹 A fiabilidade na classificação da intensidade no treino de força, tem margem de erro. No entanto, é uma boa ferramenta.

Como te pode ajudar?

Ao usares a tabela, também podes transferir as sensações que tens nas tuas sessões de Surf. Depois tenta caracterizar o teu esforço, por exemplo durante a remada para o pico, quando terminas de correr a onda, ou quando remas de forma mais vigorosa para apanhar a onda.

Se identificares as sensações, vais conseguir perceber que tipo de intensidade estás a usar. Ao perceberes as áreas de intensidade, vais ter informação sobre que intensidades podes treinar em terra, quando não o podes fazer no mar.

Caso tenhas um cardiofrequencímetro ou não, já podes treinar de forma mais assertiva.

Para obteres mais informação, co nsulta também este artigo, onde encontras mais uma ferramenta, para mensurares a tua FC de treino.

Preenches com os teus dados: Idade e Frequência Cardíaca de Repouso e a ferramenta dar-te automaticamente as tuas Frequências Cardíacas de treino, para diferentes intervalos de intensidade. Dependendo dos teus objetivos, já podes monitorizar o teu intervalo de treino de FC. 🤩

Surfing Sciences 2021 Dates – The program have been updated!

Surfing Sciences Program Dates 2021

1️⃣ June 13th to 27th

2️⃣ June 27th to July 11th

3️⃣ July 11th to July 25th

4️⃣ July 25th to August 8th

5️⃣ August 22nd to September 5th

6️⃣ September 5th to October 3rd

7️⃣ October 3rd to 17th

8️⃣ October 3rd to 31st

12 Sinais que o colega ao teu lado, no linup,  é um KOOK, pápáruco, ninja

12 Sinais que o colega ao teu lado, no linup,  é um KOOK, pápáruco, Ninja 😜

  1. A prancha é um resto de lixo. Está toda amassada e toda partida. – FU-GIR!
  2. Rema aleatoriamente.
  3. Interfere nas ondas dos surfistas.
  4. Atrapalha outros que até sabem mais ou menos o que estão a tentar fazer, apesar de também estarem a aprender.
  5. Quando vêm as ondas maiores, larga a prancha, porque não sabe como a controlar, ou não consegue, ou alguém lhe ensinou assim.
  6. Segura a prancha com os calcanhares
  7. Rema de pernas abertas
  8. Deita-se muito atrás na prancha. 
  9. O nariz da prancha aponta para cima.
  10. A remada… 🤦‍♀️ toda uma matéria só… 🙊
  11. Quando rema para uma onda, só olha em frente
  12. Rema tanto, e a mais, que a onda tem dificuldade em correr atrás dele

Share a Wave!

Share a Wave!

🙄Já alguma vez te sentiste desenquadrado no local que escolheste para apanhar as tuas ondas?

👩‍🚀A razão desse desconforto, poderá estar na base da tua aprendizagem, ou no teu saber estar – comportamento! 

O que aqui vos informo hoje, é uma, de outras forma de ver as coisas, mas na filosofia de ensino da Good Surf Good Love, a mais correta. 

Caros aspirantes, praticantes, novos surfistas, NINGUÉM que é realmente surfista  quer partilhar ondas convosco! 

Partilhar uma onda é algo muito especial, que se faz num dia épico entre amigos de muitas surfadas, de quem se conhece muito bem o desempenho no surf, independente de terem ou não níveis superiores. 

Um surfista utiliza a onda em toda a sua dimensão tempo e espaço, vai lá bem à frente, a acelerar adivinhando um segmento dessa onda, para manobrar numa placa que adivinha ir cair, mas depressa poderá querer voltar atrás, se a onda se mantiver disponível/aberta para mais surf.

Normalmente o que vemos na praia, hoje em dia, numa cultura muito “New school”, é uma brincadeira muito desagradável, de partilhar ambos a mesma onda, feita por pessoas que provavelmente terão pouca experiência para compreender que:

  1. As ondas não se partilham. É uma regra básica de segurança e de ética: UM POR ONDA, ponto!
  2. Um surfista razoável não surfa só para a frente (quer interpretes isso como surfar em linha reta direito à praia ou como correr uma onda a direito, sem nunca realizar um cut back à procura do pocket da onda). Por isso, pensares que um pode ir à frente, ao lado ou atrás, não nos faz sentido nenhum! 
  3. O mar de facto é de todos, mas as ondas não. Quem as apanhou primeiro, não, não tem de as partilhar. 

Cada vez que entrares na onda de outra pessoa, mesmo que a conheças, fica pf com a noção que, podes estar a colocar a pessoa ou o seu equipamento em risco de acidente, ou nada menos importante vais perturbar o seu lazer e boa disposição. 

Se queres uma maneira excepcional de partilhar uma onda, espreita a imagem! Não há nada mais especial do que apanhar altas ondas com um ou dois amigos, partilhando esses momentos na memória de todos! 

Neste formato sugerido e por favor, em nenhum outro: “share a wave”!!! 🙌

Os mais novos deste mundo irão discordar, pois o Surf poderá ter-lhes sido apresentado por amigos, pais, instrutores ou treinadores, também recentes no mundo do Surf ou que defendem uma nova escola, incompreendida, pelo mais antigos. Já são do tempo deste caoes e desordem. Se eles sonhassem como o mar tantas vezes deserto demais, nos sabia tão melhor!

👩‍🏫Assiste à aula e partilha connosco a tua experiência ou outras formas de organização.
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7 grandes diferenças entre um surfista e um praticante de Surf

7 grandes diferenças entre um surfista e um praticante de surf 

Já me têm questionado qual é a diferença entre estes 2.

A mais importante a destacar, é que os surfistas vivem na praia, trocaram tudo e todos, por horas de mar. Um praticante é normalmente uma pessoa que vai uma vez por semana, ou umas férias de vez em quando. Mas atenção uma pessoa que agora até faz todos os dias, pode não ter ainda esse estatuto ou pelo contrário, conheço muito surfistas que agora só vão ao fim de semana, mas no Verão, assim que vêm os dias com mais horas de luz, lá andam eles da cidade para a praia, a fazer km todos os dias, para alimentar esta adição!

Aqui ficam 7 grandes detalhes que os diferenciam. 

(Depois ainda há o aspirante. Matéria para uma próxima aula! 😉)

Para colocar em “slides”

  1. Surfista apanha as ondas. O praticante é apanhado pelas ondas.
  2. O Surfista leva a prancha. O Praticante vai de pé atrás na prancha tentando conservar o equilíbrio.
  3. Surfista leva a linha dos ombros projetada no apoio da frente/ centro da prancha. O Praticante projeta o seu peso mais no apoio de trás.
  4. O surfista consegue acelerar a prancha. O praticante, faz a prancha travar/ dragar água.
  5. O Surfista usa os rails da prancha. O Praticante surfa no bottom da prancha.
  6. O surfista usa a parede da onda. O praticante corre a base da onda.
  7. O surfista domina a manobra mais importante – a viragem na base. Os praticantes, muitas vezes “grandes loggers” que enchem a praia de estilo, nunca fizeram um. Como dizia a Patrícia Lopes a nossa maior campeã da história do Surf em Portugal,: -“Para a frente é que é Lisboa eheheh!”

16 erros mais comuns da posição base

16 erros mais comuns da posição base

Anteriormente já vos dei a nossa descrição muito geral da Posição Base do Surf, a que defendemos no nosso método de ensino. Hoje vamos descrever-te alguns dos erros mais comuns.

    1. Base muito aberta – Faz com que tenhas muito menos mobilidade de movimento na coxo-femural, e também que o peso do teu corpo fique projetada para trás do centro da prancha, que vai fazer com que traves. A chamada posição “pé no nose, pé no tail, também te vai tirar equilíbrio, estabilidade e força nas pernas, de que vais precisar lá mais para a frente, quando começares a fazer manobras. 
    2. Base muito fechada – Base muito fechada, também te vai tirar equilíbrio e estabilidade. Aliás, um erro que não está aqui listado e que deves saber é que os pés não devem permanecer fixos, devem ir sendo ajustados. Mesmo quando ainda só andas em frente, deves ir treinando os pezinhos de dança, leves na prancha, para os poderes ajustar quando começar a ser mais necessário. 
    3. Pé da frente aponta para o nose – Este, infelizmente já vi a ser ensinado na praia. Grave, pois também não nos permite ter equilíbrio na prancha e também vai dificultar as viragens. Se cometes este erro, deves corrigi-lo por excesso e colocar perpendicular ao stringer da prancha – aquela linha de madeira que atravessa toda a prancha desta a parte de trás até à pontinha da frente. 
    4. Achar que o pé de trás tem de estar em cima das quilhas nesta fase inicial – então, se os pés/apoios devem ter a largura dos ombro, mais ou menos, e se o pé da frente deve estar no centro/ meio da prancha, é só fazer a matemática. É claro que vamos precisar de colocar o pé de trás lá nas quilhas para virar. Mas para já as viragem, enquanto o angulo de viragem ainda é pequeno, podem ser feitas com movimento ligeiro de flectir, olhar e rodar/inclinar na subida. Mais tarde havemos de deslocar ambos os pés se se tratar de uma prancha grande ou apenas o de trás se já andas de shortboard, para fazer uma viragem mais radical. 
    5. Achar que a posição dos pés é fixa – Não é. Quer andes de prancha grande ou pequena, vais ter de ajustar os pés muitas vezes, dependendo das manobras que quiseres fazer.
    6. Joelhos afastados e apontados em direções opostas – O joelho de trás deve também este, apontar para a frente, para permitir maior funcionalidade na coxo-femural. 
    7. Pernas/ joelhos demasiado fletidos – Já falei anteriormente noutros posts que este á uma das razões muitos dos praticantes estão a condenar a evolução. Esta força exagerada nas pernas não é necessária, quando a viagem na onda, vai controlada. Antes pelo contrário, vai fazer com que não as possas usar para fazer uma mudança de direção ou absorver a instabilidade ao longo da onda.
    8. Pernas em alta tensão – Reforço a descrição anterior. Para perceber quanto grave é este erro.
    9. Bacia e ombros lateralizados – Corrigindo por excesso, para que o cérebro processe a informação sobre a posição necessária, devemos tentar virar os ombros alinhando com a perpendicular do stringer da prancha e a bacia deve fazer um ângulo de 45º no mínimo, nunca menos, para que no futuro, não seja quase impossível corrigir este constrangimento funcional.
    10. Braços alinhados com o stringer da prancha – De novo, correção por excesso, ambos perpendiculares ao comprimento da prancha. 
    11. Braços pendem os dois do mesmo lado da prancha – Sempre sempre, um da cada lado do Rail ou bordo da prancha.
    12. Pé de trás não apoia o calcanhar – Erro recorrente, muitas vezes por falta de mobilidade no tornozelo, muitas vezes, porque se o teu Treinador, não te identifica o erro. Se a razão deste erro é a falta de mobilidade, um treinador que seja também formado em Exercício físico e saúde pode ajudar, se existe dor, deve procurar um terapeuta. 
    13. Olhar dirigido para os pés ou para baixo – Para além de não saberes para onde vais, se cometes este erro, és também um grande perigoso!!! Olhar dirigido para onde queres ir, SEMPRE!
    14. Estilo “ninja” muito marcado – Esta abordagem nada flexível, precisa de deixar entrar mais e nova informação. Tentem e verão a diferença. 
    15. Centro de massa projetado no apoio de trás – Já notaste, com certeza, que por vezes quando perdes a onda, depois de ficares de pé a prancha, esta aponta para cima?…
    16. Centro de massa projetado nos 2 apoios – Deve-se à tua posição ninja, ou posição lateralizada. A consequência é mais uma vez, a perda de ondas,… 

Para corrigires estes erros? Hummmm, Tenho uma dica: Vem ter connosco!

Qual é a melhor prancha de Surf para alguém que já consegue apanhar ondas sozinho?

Qual é a melhor prancha de Surf para alguém que já consegue apanhar ondas sozinho?

A melhor resposta para esta pergunta é uma “resposta de miss” 😅: Depende!

E depende de quê, perguntam vocês?

Depende de múltiplos fatores, os quais deves analisar pela ordem que os passo a listar:

1️⃣   Quando dizem que já apanham sozinhos, o que quer dizer? Tens a certeza que apanhas as ondas, que consegues fazer match com a velocidade e energia da onda, e não são as ondas que te dão um encontrão e tu lá vais?

Muitas vezes, existe esta ilusão. Desculpem destroçar os vossos corações! Mas a verdade é que falta ainda know how acerca do mar e das ondas, então a maior parte das vezes que de facto conseguem apanhar uma onda, na verdade ainda é a onda que vos apanha. Então talvez ainda seja hora de manter volume na vossa prancha e tardar performance. Talvez até manter uma “prancha de Escola” ligeiramente mais pequena do que a que usaste até agora para aprender. Mas nunca nunca, mudar radicalmente o tipo de prancha ou dimensões, para não sentires dificuldade na transição.

2️⃣   Andas numa escola, e já tens autonomia a apanhar algumas ondas, mas o Surfista/Monitor/Instrutor/Treinador/ Professor que te acompanha ainda te escolhe as horas das aulas, melhor maré, Spot e dentro do spot orienta-te como chegar ao lineup? Ou já praticas sozinho ou com amigos e portanto geres toda a informação anterior por ti?

Esta questão é muito relevante, pois independentemente do grau de formação de quem te acompanha, tens de certa forma a vida facilitada, pois o teu campo de jogo está, à partida, aferido para o teu nível. Se sim, podes dar um salto maior na performance da tua prancha, pois terás a da escola para te apoiar.

Aqui surge outra situação: vais trocar de prancha? O que quero perguntar é, se precisas de vender a tua presente prancha para adquirir a próxima. Eu sei que pode ser uma necessidade, mas se possível, aconselho a manter as duas, até que a evolução aconteça e a nova prancha também se torne uma extensão do teu corpo.

Também ajuda quando, és um praticante regular de um local/spot/praia, o que te vai ajudar a compreender a tua praia mais rápido e permitir ter uma prancha ajustada a esse mar. Sim, as ondas têm padrões bem diferentes de praia para praia. Também esta nota irá influenciar esta tua compra. Essa é também uma razão pela qual os surfistas têm grandes coleções de pranchas, não só para se ajustarem aos diferentes tamanhos e força das ondas, mas também porque a tipologia, energia e força dessas ondas varia de praia para praia.

3️⃣   Se estás inscrito numa escola, pretendes continuar a ser acompanhado?

Aqui a questão prende-se com o facto de poderes continuar a usar o Quiver da escola mais uns tempos. É o ideal e mais uma das razões pelas quais somos a favor desse acompanhamento. Parece que é um gasto extra, mas na verdade estás não só a poupar dinheiro nas trocas de pranchas que terias de fazer para teres acesso a um grande Quiver (conjunto) de pranchas, mas porque a tua curva de aprendizagem vai ser mais inclinada!

4️⃣   A tua escola tem um quiver de pranchas completo?

Se sim, excelente! Usufrui. Mas se quando olhas para o Quiver da tua escola só vês pranchas grandes, bom então está na hora de procurar uma escola que tenha condições de fazer formação e acompanhamento contínuo. Já agora, uma nota, qual o estado das pranchas da tua escola? Se estas tem um ar velho e miserável, e estão cheias de toques e cortes, então está na altura de investires numa escola que também invista em ti e em novos equipamentos. Todos os anos, até as pranchas de escola sofrem melhorias e inovações, estudadas a pensar na tua evolução. Se a tua escola não avança, avança tu!

5️⃣   Nas tuas sessões de Surf, qual o racio entre as ondas que tentas apanhar e realmente apanhas?

Se a relação é superior a 70%, ok, avancemos para uma prancha com um pouco mais de performance para que possas começar a pensar nas primeiras manobras.

6️⃣   E dentro do resultado do racio anterior, as ondas que apanhas sozinho, têm parede para correr e tu consegues correr a onda até à praia ou ainda vais em frente?

Se ainda vais em frente, primeiro tens de aprender a correr a onda para o lado esquerdo ou direito. Se já corres a onda, então é hora de menos volume e mais performance. Existem no mercado soluções, ainda em pranchas de esponja, que já te vão permitir evoluir e muito nesta fase, pois o formato evolui muito comparativamente às pranchas de escola mais quadradas e também já tens a possibilidade de ter quilhas rígidas que faz uma diferença gigante no drive da prancha – capacidade de resposta da prancha à tua condução.

7️⃣   E quantas vezes por semana praticas?

Se só consegues praticar uma ou duas vezes por semana e às vezes falhas, talvez tenhamos que admitir que pranchas de TOP performance não serão para esta fase. Serão para um dia em que consigas praticar de forma mais regular. Mas atenção, que nem sempre as horas de mar, são condição necessária para evoluires. No entanto, teremos que avaliar a tua condição fisica geral e forma de manter a tua condição física específica, para que com esta regularidade, possamos recorrer a mais ou menos volume.

8️⃣   Fazes mais alguma actividade física ou treinas para te manter em forma quando não consegues ir à praia?

Neste caso, apesar de até teres habilidades, podes ter de adicionar volume extra, para compensar a falta de condição física específica do surf, para que mantenhas uma boa média de ondas apanhadas por cada sessão. É uma das razões que vês os surfistas mais antigos a optar por pranchas com mais volume: não só porque muitas vezes estamos mais pesados 😅, mas também porque razões familiares, sociais, profissionais que já não nos permitem passar tanto tempo no mar e consequentemente permanentemente em forma, como quando éramos jovens! Há que ter a mente flexível e aceitar que nem sempre performance tem de vir associada a pranchas pequeníssimas, curtas e leves.

9️⃣   Já tens o teu estilo definido?

Este assunto também é sensível. No mundo atual, há que considerar que muitos dos nossos praticantes estão a começar já em adultos, como tal, essas pessoas nunca vão ter verões inteiros de mar como nós enquanto adolescentes e jovens adultos em fase de universidade, tivemos. Então, poderá dar-se o caso em que o nosso conselho passe por adquirir uma “prancha de escola”.  Afinal o grande objetivo é apanhar ondas, muitas ondas, verdade? Mais uma vez, apelamos a mentes flexíveis… Como aprendi um dia: “O mapa não é o território!” 😀

A compra da primeira prancha é muitas vezes uma compra furada e eventualmente um investimento inglório, pois se te encontras numa fase de evolução (que na verdade sempre estamos), no entender do Método Good Surf Good Love, o ideal é ires passando de prancha em prancha, de forma progressiva e de forma a que notes pouco a diferença entre pranchas, para que nunca transites para uma prancha que te seja difícil de gerir. Se não tiveres esta possibilidade a tua curva de aprendizagem vai estar obviamente condicionada.

Então, se compras uma prancha super ajustada à próxima fase da tua evolução, dentro de muito pouco tempo, terás de trocar de prancha, para continuares a evoluir. Se comprares uma para as habilidade que hás-de ter, mas ainda não tens, vais demorar mais a chegar lá a esse nível. Ou seja, será que sequer lá chegas. (Na nossa opinião, curva de aprendizagem deve ser sempre facilitada, nunca saltes nenhuma etapa, da tua evolução. Pois sabemos que vais pagar bem caro esse salto, ficando preso num futuro próximo nível, do qual nunca vais sair!

Então, aí tens uma razão para investires em ti, continuando a ser acompanhado na tua escola, de forma a poderes usufruir do conjunto de diferentes pranchas que uma escola de formação deve ter.

A sorte é que hoje, todos vocês têm acesso aos mesmo materiais que as escolas, também têm. E não me estou a referir aos equipamentos das grandes superfícies, que todos sabemos que são sempre sempre de performance bem inferior aos equipamentos profissionais. Então, porque não ter uma prancha igual à da vossa escola? Para que possam fazer a vossa prática com autonomia, extra escola?

Podes consultar alguns sites de pranchas de marcas superiores, onde fazem uma relação entre o peso, altura e habilidades do Surfista. Mas na nossa opinião, esta tabela é super vaga. É necessário analisar a condição fisica do praticante, a regularidade da sua prática, habilidades bem aferidas, pois no mercado apenas se fala de iniciados, nível intermédio, avançados, mas esta informação é só absolutamente vaga!

Se leste toda esta explicação e te estás a perguntar, então mas afinal qual a resposta a esta pergunta?

Cada caso é um caso.  Temos vários casos de sucesso e temos obviamente uma série de equipamentos e modelos que sabemos que resultam. Qual é o teu caso? Teremos muito gosto em apoiar a tua compra, numa sessão de consultoria e ainda acompanhar-te à loja, para não fazeres asneira ou comprares alguma coisa por impulso, porque o vendedor é mesmo bom e os objetivos do mês estão a fechar ehehe! Já me aconteceu!😅

Relação de harmonia entre o indivíduo – mar – prancha = Surf Flow

Relação harmonia entre o indivíduo – mar – prancha

É frequente ouvir entre os meus alunos e outros praticantes de Surf, independentemente dos níveis, a seguinte observação:

❓”Gostava de experimentar uma prancha diferente ou mais pequena. Esta já está muito fácil?

E eu pergunto: “Como assim, estás a divertir-te tanto que já não aguentas mais!?” 😂🤷‍♀️

Sei de muitas outras razões para não escolherem a prancha certa, mas esta é uma das mais recorrentes. 

De uma vez por todas: A prancha deve ajudar-nos, pois já temos o mar que é irrepetível e exige muitas “horas de voo” para o aprenderem a sentir e a ler. Ah e nós, a nossa condição física e habilidades para gerir também, a atrapalhar-nos. Têm a certeza que querem uma prancha que vos “ROUBE” a melhor parte do Surf, a diversão, aquele “feeling” que os verdadeiros surfistas sabem.

🤷‍♀️O que vou dizer pode ser chocante, mas a maior parte das pessoas que andam no mar já independentes, ainda não conhecem esse “feeling” de deslizar em harmonia em cima da prancha e na zona mais interessante da onda. Não me interessa se é um grande surfista, o melhor lá da praia ou da rua dele. 

Por vezes os grandes surfistas, impõe ao mar manobras que ele não pede, e isso, para mim, não é surf. Mas também posso ver um indivíduo com muito pouca experiência de prática, a deslizar com a harmonia que vos falo, e sem saber nada, lá vai ele em completo prazer de deslizar com a prancha no mar, em plena harmonia. 

🤔Como já ouvi dizer: “Sem saber ler nem escrever, aquele fez grande onda”!

Depois também há aqueles que se esquecem do mar, quer quando remam para tentar apanhar a onda e que não têm experiência suficiente para a sentir ou adivinhar, que sabem o suficiente sobre o mar, quando o observam os outros da praia, mas depois quando estão na sua sessão “viram costas” ao mar e não comunica com as ondas, não a leem, não a ouvem, e assim não sabem o que o mar lhes quer dizer. 

🎖Para esses tenho uma dica: Vão sentir o mar, sem prancha. Só vocês e as ondas. Façam carreirinhas, cortem as ondas verdes, façam concursos com os amigos, a ver quem vai mais tempo na onda! Condição imprescindível, para passarem ao Nível 1, na Good Surf Good Love. 

Agora a sério, o verdadeiro feeling, a razão pela qual perdemos eventos sociais e familiares, acordamos de madrugada, fazemos kms e viagem atrás de ondas perfeitas, é mais do que o contacto com a natureza. É mais que o bem que o mar no faz. 

O bem maior é memo sentir a tal HARMONIA, o controlo pleno de deslizar com a prancha certa, no local certo da onda, sem usar a nossa força antes de termos explorado o potencial energético da onda. 

😉 E vocês, já sentiram essa harmonia plena? 😁

💬 Como descreveriam a sensação ao correr a onda?

 

Squat – Agachamento

Squat – Agachamento

O agachamento é um dos padrões do movimento do corpo humano mais básicos. 

Apesar de ser um padrão de movimento essencial, muitas crianças e adultos não têm capacidade de realizar um agachamento adequado. 

Mas este movimento, pode e deve ser treinado, não só por atletas, mas por todo o tipo de pessoas, independentemente de fazer parte de um grupo de população especial ou de um indivíduo aparentemente saudável. 

É imperativo que este gesto seja de fácil execução, para todos, para que consigam fazer as funções mais simples do dia a dia, como passar de sentado para de pé, por exemplo.

À primeira vista, a execução do agachamento pode parecer que exige apenas mobilidade nas articulações dos membros inferiores – pernas: Tornozelo, joelho e coxo-femural, mas este movimento, requer controlo motor e mais músculos de todo o corpo.

E o que é o controlo motor?

É a capacidade de um indivíduo usar, de forma eficiente, a amplitude de movimento disponível, através da ativação muscular, numa relação íntima entre, a ordem de contração e a ordem de relaxamento.

Então, é na relação entre a mobilidade e o controlo motor desses movimentos que reside a execução correta, neste caso, do agachamento.

Quando os executantes, atletas ou população em geral, e os técnicos entenderem essa relação, então poderão escolher exercício de progressão, correção ou de otimização e fortalecimento deste movimento básico do corpo humano. 

A Execução – Descrição

  1. De pé, com os pés mais ou menos à largura dos ombros.
  2. Dedos dos pés apontam ligeiramente para fora –  5 a 20 graus.
  3. Olhar em frente
  4. Peito aberto. 
  5. Coluna bem alinhada verticalmente.
  6. Peso distribuído por todo o pé. Imagine um triângulo que une os dois pontos da zona plantar e calcanhar. 
  7. Começar a agachar, 
  8. Braços em elevação frontal, (levantados à frente da cara, paralelos ao chão). 
  9. Deixar a bacia recuar e só depois os joelhos começam a fletir, avançando ligeiramente. 
  10. Em todo o percurso da descida e subida, manter contração do core (abdominais e costas). Tudo bem contraído como se fossemos “levar um murro”.
  11. O peso deve manter todo o pé apoiado, mas os dedos “soltos”. 
  12. Calcanhar sempre no chão em todo o percurso. 
  13. Continuar a descer empurrando a bacia para trás e ao mesmo tempo fletindo mais os joelhos.
  14. Conforme os joelhos vão fletindo, garantir que apontam para a ponta do pé, fazendo pressão para fora. 
  15. A elevação dos braços deve ajudar a permitir que o tronco se mantenha quase vertical (entre os 80 e os 60º no máximo.
  16. Partilhar sempre o peso entre alavancas.
  17. Na descida inspirar e na subida expirar. 
  18. Quando a articulação coxo-femural estiver abaixo do joelho (quando quebrar a paralela) ou mais abaixo ainda, voltamos a subir.
  19. Manter todos os grupos musculares envolvidos contraídos, empurrando o chão, mantendo todo o pé bem enraizado no solo, com foco na pressão nos calcanhares.
  20. Empurrar o chão e estender joelhos, até a cabeça estar bem erguida no ponto mais alto, descendo os braços, de forma sincronizada, desta vez focando na força dos gluteos, para concretizar a subida. 

Nota: Muito importante!

Se existe dor no joelho, tornozelo, coxas ou costas, durante a execução, deve procurar um especialista – um fisioterapeuta! 

Mitos:

Um mito é uma ideia que foi passando entre gerações, mas que não tem validade. 

No caso do agachamento, alguns veem do meu tempo de universidade, em que se fizessem um agachamento completo na avaliação de Fitness, chumbava à disciplina.  🤦‍♀️ 

Mas o agachamento é um movimento básico, natural do corpo humano. 

Por isso, nunca vão nestas conversas: 

“Ao fazer leg press, não desça mais do que a metade.”

“Ao agachar, não vá abaixo da paralela.”

“Não deixe seu joelho ultrapassar seu pé durante as repetições.”

Qual a importância para o Surf?

Se este movimento padrão não é de fácil execução, então é garantido que haverão limitações em determinada fase da progressão do praticante de Surf. 

Aliás, se a pessoa tem dificuldade em erguer-se do chão, imaginem em deslize. 

Por isso, o agachamento total, é um dos exercício que avaliamos na bateria de testes de avaliação da Academia Good Surf Good Love.

No dia do batismo avaliamos a execução: 

  1. Executa com facilidade; 
  2. Executa com dificuldade;
  3. Apresenta dor. 

Com estes dados ajustamos a instrução, de forma a sermos bem sucedidos.

Caso exista dificuldade na execução, apesar de darmos uma solução para esta primeira experiência, damos imediatamente uma noção do impacto que esta lacuna irá ter nas próximas sessões e eventual continuação da progressão.

No caso de haver dor, avaliamos a possibilidade de continuar ou não, mas recomendamos sempre uma consulta com o especialista – o fisioterapeuta. 

Caso exista normal execução, avaliamos a força, mediante o conforto na repetição. Este “teste” irá ajudar-nos a medir a possibilidade de progressão para os níveis 1 e 2 da Academia Good Surf Good Love. 

Com os praticantes da Academia, que se encontram a fazer o nosso Programa de Formação Desportiva, tentamos apoiar na evolução deste e outros movimentos e habilidades básicas. 

Nem sempre somos é bem sucedidos, a este nível 😅. Os adultos porque têm pouco tempo e as crianças porque tanto elas como os pais, muitas vezes veem o Surf como uma brincadeira de passa tempo. 

Mas sempre que os nossos praticantes têm força na guelra e conseguem acompanhar os nossos valores desportivos, estamos cá para dar tudo. 

Como costumo dizer, se a equipa Good Surf Good Love está pronta para dar tudo, daqueles que exigem de nós não admito uma gota de suor a menos!! 

Conclusão 

Agachar é um padrão de movimento humano fundamental que envolve quase todos os músculos do corpo. É útil para apanhar coisas do chão, ir á casa de banho, sentar,  e melhorar a condição física geral. Ah e para o Surf! É essencial para o Surf!

Realizar este movimento, torna-nos mais atléticos, melhora a nossa condição física e a nossa vida em geral.

2021 Programs and Dates

Programs Calendar for 2021

Dear all, we are happy to announce the Good Surf Good Love calendar for the 2021 Season.
(Trying our best to predict what the government can’t about COVID, we think these dates will work).

 

P1 – Surfing Science

May 2nd to 12th

Extended Version – May 2nd to 16th

Spots Available – 6

 

P2 – Aloha Girls

May 16th to 25th

Extended Version – May 16th to 30th

Spots Available – 5

 

P3 – Surfing Science

May 30th to June 9th

Extended Version – May 30th to June 13th

Spots Available – 7

 

P4 – Aloha Girls

June 13th to 23th

Extended Version – June 13th to 27th

Spots Available – 7

 

P5 – Aloha Girls

June 27th to July 7th

Extended Version -June 27th to July 11th

Spots Available – 7

 

P6 – Surfing Science

July 11th to July 21th

Extended Version – July 11th to July 25th

Spots Available – 4

 

P7 – Surfing Science

July 25th to August 4th

Extended Version – July 25th to August 8th

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P8 – Surfing Science

August 8th to 18th

Extended Version -August 8th to 22th

Spots Available – 4

 

P9 – Surfing Science

August 22nd to September 1st

Extended Version -August 22nd to September 5th

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P10 – Aloha Girls

September 5th to 15th

Extended Version -September 5th to 19th

Spots Available – 7

P11 – Aloha Girls 

September 19th to 29th

Extended Version -September 5th to October 3rd

Spots Available – 7

 

P12 – Surfing Science

September 19th to 29th

Extended Version -September 5th to October 3rd

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P13 – ALOHA GIRLS

October 3rd to 13th

Extended Version -October 3rd to 17th

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P14 – Surfing Science

 October 17th to 27th

Extended Version -October 3rd to 31st

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