Numa relação séria com o mar e com a vida!
Surf e treino de força em Peniche, com avaliação inicial incluída e acompanhamento individualizado em grupo.
Por Inês Tralha

O horário de inverno está à porta, os visitantes vão regressando aos seus cantinhos e nós vamos retomando a nossa terra. As ótimas ondas, o calor e as tardes de sol ainda duravam quando setembro nos pediu organização. Percebo perfeitamente que a conversa tenha ficado para depois.
Então é agora. Vamos preparar-nos para as exigências do mar de inverno e começar a construir a próxima primavera e verão. Com vontade de dar show, melhor condição física, mais força e uma ligação ainda maior ao corpo. Cabeça incluída, please! 🧠😆 E ao mar.
Uma relação séria merece lugar na agenda.
Formação desportiva em Peniche, orientada por Inês Tralha através do método METSIT®. Surf e força com acompanhamento individualizado, dentro do mesmo plano.
Por semana: uma sessão de surf e dois treinos físicos.
Inclui: avaliação inicial, planeamento e periodização, pelo menos duas gravações e um encontro mensal de vídeo-análise e convívio.
Primeiras quatro adesões: 195 €/mês, mantendo esse valor.
Mensalidade regular: 240 €. Compromisso mínimo de seis meses. A disponibilidade da condição de lançamento é confirmada na inscrição.
As duas primeiras adesões incluem ainda a cedência temporária de um Garmin durante seis meses.
Os botões abrem uma conversa comigo no WhatsApp para inscrição ou esclarecimento de dúvidas.
Quero que esta relação tenha tempo para crescer. Que haja espaço para aprender, treinar, perceber o que mudou e voltar a encontrar-nos. Com um plano que faça sentido para a pessoa que aparece, para a vida que traz consigo e para o mar que encontramos.
Quem me entrega umas horas do seu dia está a investir muito mais do que o tempo de uma aula. Organizou a vida, fez a viagem, preparou o material e encontrou espaço entre tudo aquilo que já lhe ocupa os dias. Depois, pagou para aprender, treinar ou desfrutar melhor do mar.
Tempo, dinheiro e confiança. Sinto uma enorme responsabilidade pelos três.
Por isso, custa-me pensar no treino como uma sequência de encontros em que chegamos, fazemos qualquer coisa e voltamos para casa sem perceber muito bem o que ficou construído. O corpo que aparece na próxima semana é o mesmo. A aprendizagem também vem connosco. O trabalho precisa de ter memória.
É esse o valor do acompanhamento contínuo: conhecer o teu ponto de partida, definir prioridades e voltar a olhar para elas com informação suficiente para decidir o que vem a seguir.
Começamos por te conhecer. A avaliação inicial está incluída.
Antes de escolher exercícios ou pedir mais esforço, preciso de perceber quem tenho à minha frente.
Começamos pela anamnese: uma conversa estruturada sobre o teu historial de saúde e de prática desportiva, eventuais lesões ou limitações, a tua rotina, a experiência que tens no mar e aquilo que procuras. Interessa-me também o tempo de que dispões para treinar e recuperar. Um plano que ignora a tua vida tem poucas hipóteses de lhe pertencer.
Segue-se a avaliação física e funcional, com tarefas e medições escolhidas em função dessa informação. Mobilidade, força, resistência, equilíbrio e controlo motor podem ajudar a compreender o ponto de partida. No surf, observamos também a relação com a prancha, a leitura do mar, o posicionamento, a remada e as decisões nas condições em que estás a praticar.
O peso e a altura podem ser dados úteis, nomeadamente na escolha do equipamento. Precisam, no entanto, de ser lidos ao lado do que consegues fazer, da tua experiência e dos teus objetivos. A balança, sozinha, sabe muito pouco sobre o teu surf.
Esta avaliação orienta o treino. Se o historial ou alguma observação justificar avaliação clínica, essa necessidade tem de ser respeitada antes de avançarmos com as tarefas em causa.
O passado desportivo conta. O presente também.
O teu passado desportivo ajuda-me a conhecer o repertório motor que foste construindo: que movimentos exploraste, com que regularidade, em que contextos e com que exigências.
Essa experiência pode dar recursos à aprendizagem. A forma como os utilizas no surf precisa de ser observada. Ter feito desporto há vinte anos e ter hoje disponibilidade física para determinadas tarefas são informações diferentes, e ambas interessam.
Quero saber de onde vens para escolher um ponto de partida que te permita construir. Com desafio, diversão e adrenalina, e com o risco tão bem gerido quanto possível.
Treinamos em grupo. Cada pessoa tem o seu percurso.
O surf e o treino de força são realizados em grupo, com acompanhamento individualizado. A avaliação inicial permite definir as prioridades de cada pessoa; a observação e os registos ao longo das sessões ajudam a ajustar o trabalho.
No surf, individualizar passa por escolher tarefas, equipamento, grau de dificuldade e indicações adequados ao que cada praticante precisa de aprender. Na mesma sessão, uma pessoa pode estar a trabalhar o posicionamento para apanhar a onda e outra a trajetória depois de se pôr de pé, dentro de condições adequadas ao grupo.
No treino de força, ajustamos os exercícios e as suas variantes, as cargas, as repetições, o volume e os tempos de recuperação à capacidade atual e aos objetivos de cada pessoa. Duas pessoas podem fazer o mesmo exercício com exigências diferentes. A progressão acompanha a resposta de cada uma.
O grupo dá-nos companhia, partilha e um compromisso regular com o treino. O acompanhamento mantém a atenção na pessoa que está à minha frente: no seu corpo, na sua aprendizagem e no momento em que se encontra.
Uma sessão de surf e duas de treino físico precisam de conversar entre si
O pack junta uma sessão de surf e duas sessões de treino físico por semana, em Peniche. A utilidade dessa combinação depende da forma como as organizamos.
Se no mar observamos uma dificuldade, precisamos de perceber o que a pode estar a explicar. Pode estar na capacidade física, na coordenação, no equipamento, na leitura da onda ou numa combinação destes fatores. A decisão seguinte nasce dessa análise.
Fora de água, podemos trabalhar capacidades que merecem atenção e criar condições para praticar determinados movimentos com mais controlo. Na água, voltamos a observar como esses recursos estão a ser utilizados. A transferência para o surf precisa de aparecer na prática.
O treino de força tem também valor para a vida fora do mar. A atividade física regular pode beneficiar a saúde física e mental, o sono e a capacidade funcional. A Organização Mundial da Saúde inclui o fortalecimento muscular nas recomendações para adultos. São benefícios associados à prática adequada e continuada, que dependem da pessoa, do trabalho realizado e da sua resposta. Não se esgotam numa fotografia de antes e depois.
Vamos planear e periodizar. E o plano vai para a parede.

Planear é decidir o que queremos construir, com que prioridades e com que organização. Periodizar é distribuir esse trabalho ao longo do tempo, articulando a exigência, a aprendizagem e a recuperação.
No nosso espaço, essa organização vai ficar visível. Vamos colocar na parede o mapa do trabalho: as fases, os objetivos gerais, os momentos de avaliação e os encontros de vídeo-análise.
Quero que consigas olhar para ele e perceber onde estamos, o que procuramos nesta fase e como se liga à seguinte. O teu programa individual terá os ajustes de que precisas. O que é pessoal, incluindo dados de saúde, fica no teu registo privado.
O mapa tem de permitir adaptações. Uma semana de trabalho particularmente exigente, uma noite mal dormida, uma resposta inesperada ao exercício ou uma mudança no mar podem alterar a decisão. A periodização dá-nos uma direção e critérios para a rever.
Também não precisamos de esperar por uma competição para organizar uma época. Preparar o inverno, construir recursos para a primavera e conseguir manter a prática ao longo do ano são objetivos que merecem planeamento.
O acompanhamento permite ajustar a tempo
Quando existe continuidade, há oportunidade para observar padrões que uma sessão isolada pode deixar escapar. Como respondes ao esforço? O que estás a consolidar? Em que tarefa continuas a precisar de ajuda? Como chegas ao treino depois de uma semana cheia?
Podemos rever uma prioridade, ajustar a exigência, mudar uma explicação ou voltar a uma tarefa antes de aumentar a dificuldade. Podemos reconhecer progressos que te estavam a passar despercebidos e dificuldades que precisam de outra abordagem.
Essa relação também dá espaço para perguntas. Quero que compreendas o que estás a fazer e que participes nas decisões sobre o teu percurso. A autonomia constrói-se com conhecimento e oportunidades para o aplicar.
Vamos acompanhar a evolução com registos que tenham utilidade
Teremos um ponto de partida e momentos de reavaliação. Escolheremos medidas que ajudem a orientar o trabalho: por exemplo, uma medida de mobilidade relevante para ti, a carga utilizada num exercício com execução consistente, a regularidade com que consegues treinar e a forma como estás a recuperar.
No surf, o vídeo permitirá voltar a uma prioridade concreta e observar o que mudou. Essa leitura precisa de considerar a prancha, as condições do mar e a dificuldade da tarefa. Fazer algo numa onda e tentar fazê-lo noutra não são experiências automaticamente comparáveis.
Os gráficos ajudarão a ler o percurso. Cada um terá uma pergunta por trás: estamos a ganhar capacidade? O trabalho está a caber na tua semana? Precisamos de ajustar a recuperação? Uma linha que sobe pode significar mais força, mais esforço ou mais fadiga, consoante aquilo que medimos.
Um valor isolado merece contexto. Uma diferença pequena pode resultar da própria medição. E um gráfico, por si só, não prevê lesões nem explica tudo o que se passa num corpo.
Um método a ligar o mar ao treino em terra
Uma sessão de surf e duas de preparação física podem encher uma agenda. Para construírem um percurso, precisam de conversar entre si. É aqui que entra o METSIT®, o método que desenvolvi para ligar avaliação, aprendizagem, planeamento e periodização à pessoa que tenho à frente.
Neste programa, sou eu que conduzo o surf e o treino de força. Os mesmos métodos, valores e princípios acompanham-te nos dois espaços. O que observo no mar pode informar o trabalho em terra; a resposta ao treino físico ajuda-me a ajustar as sessões seguintes. Esta continuidade facilita a comunicação e reduz a necessidade de seres tu a conciliar indicações de quem não acompanha o conjunto.
A minha formação académica em Educação Física e Desporto, complementada pela especialização em surf, dá-me ferramentas para relacionar controlo motor, aprendizagem, capacidades físicas e organização do treino. Em grupo, continuamos a trabalhar individualmente: prioridades, tarefas, equipamento, exercícios, cargas e progressões são ajustados a cada pessoa.
Seis meses para construir um percurso
O programa tem um compromisso mínimo de seis meses. Esse tempo permite organizar o trabalho, acompanhar a aprendizagem e a preparação física, reavaliar e ajustar a periodização à tua evolução.
As duas primeiras pessoas inscritas terão a cedência temporária de um relógio Garmin durante esses seis meses. O relógio é devolvido no final da cedência. Vamos usar os registos disponíveis no modelo cedido para acompanhar tendências e aprender a interpretá-las em conjunto com o que observamos nas sessões e com a forma como te sentes.
Um relógio no pulso. Informação com propósito.
Quero que a monitorização ajude a compreender o teu treino. A duração das atividades, a frequência cardíaca quando disponível e os registos de esforço percebido podem ajudar-nos a comparar sessões e a conversar sobre a tua resposta ao trabalho. Os dados ganham significado quando os cruzamos com o sono, a recuperação, a vida fora do treino e o contexto de cada sessão.
As calorias apresentadas pelo relógio são uma estimativa do gasto energético. Podem dar uma referência sobre as exigências de dias diferentes e lembrar-nos de que treinar também exige energia para recuperar. Não são uma medição exata nem uma ordem para comer menos ou compensar cada sessão com um número de calorias. A Garmin explica como calcula estas estimativas.
Comer para acompanhar o que pedimos ao corpo
A alimentação também merece entrar na conversa. Um registo alimentar, quando fizer sentido, ajuda a observar horários, regularidade das refeições, hidratação e distribuição dos macronutrientes: hidratos de carbono, proteínas e gorduras. Compreender esse registo pode ajudar a reconhecer padrões, como chegar repetidamente ao treino depois de muitas horas sem comer ou não organizar uma refeição após uma sessão exigente.
Os hidratos de carbono fornecem energia para o exercício; as proteínas contribuem para a reparação e adaptação dos tecidos; as gorduras também fornecem energia e participam em funções essenciais do organismo. O objetivo é compreender a alimentação em relação ao treino e à recuperação, sem reduzir uma refeição a uma conta. O Australian Institute of Sport apresenta o registo alimentar como uma ferramenta para relacionar hábitos, energia, recuperação e exigências do treino.
O relógio não mede o que comeste nem deteta automaticamente os teus macronutrientes. Essa informação depende de registo alimentar. As funções nutricionais do Garmin Connect+ exigem uma subscrição e compatibilidade próprias, não incluídas nesta oferta. Podemos trabalhar a compreensão dos hábitos sem depender dessa função. A prescrição de um plano alimentar individual cabe ao nutricionista e não está incluída neste programa.
Quero que compreendas melhor as relações entre o que fazes, o que comes e como recuperas. A tecnologia ajuda a fazer melhores perguntas. O acompanhamento dá contexto às respostas.
O encontro mensal também faz parte do treino
O pack inclui pelo menos duas gravações do teu surf e um encontro mensal de observação e vídeo-análise partilhada, num momento de convívio.
Ver as imagens com orientação permite aproximar o que sentiste daquilo que conseguimos observar. Identificar uma prioridade, esclarecer uma dúvida e sair com uma indicação para a próxima sessão dá ao vídeo uma função concreta.
O encontro cria ainda espaço para partilhar o processo com outras pessoas. Há lugar para aprender, reconhecer conquistas e desfrutar da companhia de quem também escolheu fazer do mar parte da sua vida. Cada pessoa mantém o seu percurso e decide o que quer partilhar.
Não é só um amor de verão
Se setembro passou entre boas ondas, calor e tardes de sol, podemos organizar-nos agora. Preparar o mar mais exigente do inverno e começar a construir a próxima primavera e verão: com mais recursos físicos, mais conhecimento e mais ligação ao corpo. Cabeça incluída, please! 🧠😆 E ao mar.
O pack Surf + Treino Físico inclui avaliação inicial, uma sessão de surf e duas de treino físico por semana, pelo menos duas gravações e um encontro mensal de observação e vídeo-análise partilhada. O treino físico é em Peniche.
195 €/mês, exclusivamente para as primeiras quatro adesões.
A mensalidade regular do pack é de 240 €. As primeiras quatro pessoas inscritas entram por 195 €/mês, com oferta dos treinos físicos, e mantêm esse valor.
Esta condição de lançamento aplica-se apenas às primeiras quatro adesões. Depois dessas quatro, as novas inscrições têm a mensalidade de 240 €. A disponibilidade desta condição é confirmada no momento da inscrição.
Envia-me INVERNO e conta-me como está a tua prática e em que dias podes treinar. Vamos perceber o teu ponto de partida e a turma que faz sentido para ti.
Quero que as horas que me entregas tenham direção, conteúdo e continuidade. Ninguém tem tempo para programas maus.
Inês Tralha
Good Surf Good Love · Baleal, Peniche
